29 de nov de 2007

Mais um casamento


Na serie de casamentos de marcas e produtos, a Ballantine’s está lançando para este natal um kit diferenciado que servirá como opção de presente. Já estão nos pontos-de-venda packs contendo duas garrafas de um litro de Ballantine’s Finest acompanhadas de alto-falantes personalizados, para que os presenteados possam degustar a bebida ao som de suas músicas preferidas de seu Ipod ou seu MP3. O presente sai por R$ 105,00.

28 de nov de 2007

Casar sim, mas contar todos os segredos...


Acho que todos já sabem que vem aí o primeiro refrigerante em sorvete, mas soube que a Kibon não teve acesso à fórmula secreta do Guaraná Antarctica, que, também soube, que é conhecida por apenas duas pessoas no mundo inteiro (custo a acreditar).

A Kibon recebeu o extrato da fruta já pronto, diretamente da Amazônia.

Outra coisa, este sorvete tem pouco tempo de vida. A Kibon vai tirar do ar em abril, ou seja, se quer experimentar, corra...

27 de nov de 2007

Perfil - Sergio Milano

Sergio Milano Benclowicz

Empresa: Franchising Ventures
Função: Diretor
No. de unidades: 240



DENIS: Como você iniciou o trabalho com franquias e redes?

SERGIO: Em 1991,quando assumi a parte de varejo da Livraria Nobel, então com 5 unidades. Em 1993 lancei o nosso sistema de franquias.


DENIS: Qual (is), em sua opinião são as principais diferenças entre trabalhar com marketing para franquias e redes e em trabalhar com o marketing tradicional ?

SERGIO: No tradicional vc decide, muda e pronto. Não tem que dar satisfação pra ninguem e pode mudar muito sem grandes traumas. Nas franquias, as mudanças tem que ser pré negociadas e em geral graduais, para que o novo não destrua o anterior..tem que aprimorar...

DENIS: Desde o momento que você começou no mundo de franquias e redes, o que acredita que mudou? (para pior e para melhor)

SERGIO: Passamos a levar o mktg muito mais a sério pois temos um compromisso com terceiros, calendarios e expectativas a ser atendidas e entregues. Nossa atuação mercadológica melhorou muito, passamos a ter "datas da prova" que nos forçam a estar sempre "estudando"

DENIS: Qual a pergunta que hoje vc não sabe a resposta e te incomada não saber ?

SEERGIO: respondo com a velha frase..."sem saber que era impossivel, ele foi lá e fez" , não sou do tipo sonhador, sou mais do tipo realista fazedor em que "o ótimo é inimigo do bom"...

DENIS: Qual o maior desafio que você já teve na carreira e como solucionou?

SERGIO: Se vc é previnido, vc não tem um grande desafio mas sim uma centena de pequenos probleminhas que não viram grandes pois vc os encara quando ainda são pequenos... não me lembro de nada que tenha sido mais indigesto...

DENIS: Como você vê a questão das fusões e aquisições que estão ocorrendo entre franqueadores?

SERGIO: Vejo como a única saida para o setor crescer e manter sua rentabilidade ou até viabilidade em alguns casos... E não é só no nosso segmento, isso esta ocorrebdo em todas as areas e quanto mais fragmentada ( nosso caso) mais é necessária...quem não entrar nessa dificilmente terra "bala" para encarar as redes não franqueadoras que se capitalizam com muito mais facilidade e concorrem pelo mesmo cliente final.

25 de nov de 2007

Perfil - Mario Ponci Neto - Marinho





Empresa: CHILLI BEANS
Nome: Mario Ponci Neto
Função: Diretor de Expansao e Marketing
No. de unidades: 204



Mario Ponci Neto ou como ele gosta de ser chamado, Marinho. Nosso perfil da semana.
Marinho que também é integrante da banda Sould´Out, vc ainda não ouviu falar dela? Aguarde, vc vai se surpreender.

DENIS: Como você iniciou o trabalho com franquias e redes?
MARINHO: Iniciei o trabalho com franquias e redes, em 1989 na extinta MOBI, operadora de Pager da Portugal Telecom que se chamava MOBITEL. Era uma época onde franchising não tinha regulamento definido, poucos profissionais e as decisões requeriam mais bom censo do que conhecimento na área, e as formatações das marcas eram muito personalizadas no perfil da pessoa que efetuava a formatação. No meu caso eu entrei como assistente de franquia e nunca havia trabalhado neste segmento, eu era ilustrador e prestava serviços para o recém contratado para assumir a função de gerente de franquias, e como eu era prestador de serviços dele e eu entendia muito bem o briefing ele me contratou para materializar o que ele tinha em mente e isso era primordial no franchising, fazer os métodos e estratégias virarem ações efetivas visando resultados para os franqueados.


DENIS: Qual (is), em sua opinião são as principais diferenças entre trabalhar com marketing para franquias e redes e em trabalhar com o marketing tradicional?
MARINHO: Sempre falei que o grande diferencial de um profissional de marketing para redes de franquias, é que este profissional tem que entender que existem alguns clientes na cadeia toda para que o resultado seja alcançado, na minha opinião são: Franqueado, Funcionário e Cliente Final, se este profissional entender que toda cadeia tem que ser beneficiada nas ações ele terá sucesso, caso contrário será simplesmente um profissional de marketing, mas nunca entenderá a particularidade do mundo das franquias.

DENIS: Desde o momento que você começou no mundo de franquias e redes, o que acredita que mudou? (para pior e para melhor)
MARINHO: Muita coisa tem mudado e é claro nos dois sentidos, o mercado ficou inundado de marcas aventureiras sem conhecimento, formatação e sem sequer saber se ela tem perfil e força na pessoa jurídica e na pessoa física dos sócios para se tornar uma oportunidade de sucesso em franquias, além de aparecer um fantasma na cabeça das pessoas de que franquia é a salvação de todo desempregado que tem uma rescisão a receber, esta não é a verdade e com certeza quem pensar assim terá uma desilusão com o formato, pois tende a investir em empresas que estão na mesma situação que ele, sem conhecimento nenhum do sistema.

Por outro lado, o inverso é verdadeiro, muitas empresas começaram a se preocupar com formatação correta em mudança na operação da empresa para se adaptar ao sistema de franquia. Muitas delas se obrigaram a entrar na legalidade fiscal, recolhendo mais impostos, mas ganhando em escala de crescimento e valorização da marca.

Muitos empresários sérios investiram no sistema de franquias, fazendo que este sistema se consolidasse no mercado nacional e alcançasse um patamar altíssimo e importante na geração de negócios, empregos e oportunidades.

DENIS: Qual a pergunta que hoje vc não sabe a resposta e te incomoda não saber ?
MARINHO: Como entender a cabeça do Consumidor... esta pergunta eu me faço todos os dias, lemos muitas coisas, estudamos muito, assistimos várias palestras, nos preparamos, fazemos previsões, cálculos, estimativas, até previsões do tempo....traçamos um planejamento, ajustamos ele de semana em semana, mês a mês, trimestre em trimestre...e no meio do caminho, um avião bate nas torres nos EUA, longe muito longe do Brasil, sem impacto direto no hábito de consumo brasileiro, o Consumidor para de comprar pq está atônito em a frente da TV e joga toda previsão, e planejamentos, estimativas e regras de varejo para o espaço.... isto é incrível...me incomoda demaisssss não poder entender 100% o ser humanos e seus hábitos consumistas.


DENIS: Qual o maior desafio que você já teve na carreira e como solucionou?
MARINHO: O maior desafio que tive na carreira foi pegar uma marca com grande potencial, mas trabalhando totalmente na clandestinidade e no modelo de pessoa física e formatá-la por completo desde parte legal até ser operacionalmente viável para o sistema de franquias, e colocá-la como marca de ponta no segmento, sem nunca ter sofrido desfalques financeiros que fizessem ela se tornar inoperante, e o pior sem aporte de capital de pessoas físicas, grupos de investidores ou bancos. A solução foi muito bom censo, sensatez em respeitar a rede de franqueados e funcionários e ter humildade de dizer não sei quando foi preciso e ir buscar a solução muitas vezes no direcionamento dos próprios franqueados.

DENIS: Como você vê a questão das fusões e aquisições que estão ocorrendo entre franqueadores?

MARINHO: Eu acredito que o mercado esta passando por uma correria enlouquecedora por conquistar participação nele, e nas ondas que aparecem como fazer um IPO, muitas empresas ou marcas ficam olhando cristas de moda de negócios e oportunidades e a partir de uma primeira idéia muitos saem na correria brutal de não perder o timmings. Acho que as empresas têm que olhar mesmo as oportunidades de mercado e modismo coorporativo, mas não podem esquecer que criaram uma marca e tem responsabilidades com ela e principalmente com a tribo que foi construída em baixo dela, que é o seu bem mais valioso.

Preocupa-me muito o foco dos empresários em direcionar o negócio para uma onda de fusões, aquisições e oportunidades e nestas intersecções o foco da marca e seu DNA ser extinto, como vimos em várias fusões que presenciamos neste momento a marca morreu, para o mercado e para o dono dela que é o cliente